segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Equinodermos

Estrela-do-mar


             Os equinodermos (do grego echinos: espinhos; derma: pele) constituem um grupo de animais exclusivamente marinhos, dotados de um endoesqueleto (endo = dentro) calcário muitas vezes provido de espinhos salientes, que justificam o nome zoológico do grupo.
Embora não seja uma coluna vertebral, ele é importante na sustentação do corpo, pois é bem desenvolvido e resistente. Entre os equinodermos estão as estrelas-do-mar, os pepinos-do-mar, os lírios-do-mar e os ouriços-do-mar, entre outros.
O tamanho dos equinodermos varia bastante; o diâmetro da estrela-do-mar, por exemplo, medido de uma ponta a outra de seus braços, pode ser de alguns centímetros a até um metro, dependendo da espécie.

                     Características:

  • Espinhos na pele (apomorfia).
  • Endoesqueleto de calcário de origem mesodérmica (sustentação do corpo).
  • Apresentam sistema aquífero ou ambulacrário (apomorfia, serve para desenvolvimento, respiração, circulação de nutrientes e excreção).
  • Triblásticos: Apresentam três folhetos embrionários (ectoderme, mesoderme e endoderme).
  • Deuterostômicos (blastóporo da gástrula origina o ânus, enquanto a boca surgirá de outra cavidade do embrião).
  • Celomados: (Enterocelomados: celoma origina-se por bolsas do intestino que migra para o espaço entre a ectoderme e a endoderme; celoma verdadeiro).
  • Simetria bilateral primária e radial secundária como uma adaptação ao ambiente turbulento. As larvas tem simetria bilateral e ao longo do desenvolvimento mudam essa simetria para a simetria radial (secundária) como uma adaptação ao ambiente turbulento (com ondas).
  • Reprodução: são organismos dióicos, fecundação externa (gametas são liberados na água),
    Ovo dá origem a uma larva ciliada (desenvolvimento indireto).
  • Regeneração: apesar de ser bem evoluído esse grupo de animais apresenta alta taxa de regeneração, um braço pode regenerar o organismo inteiro. 
  • Sistema digestório completo que em alguns casos é evertido (lançado para o exterior) para dentro da presa (conchas de moluscos) onde secreta enzimas digestivas e absorve os nutrientes.
  • Sistema nervoso do tipo anel nervoso ao redor do esôfago, de onde partem nervos radiais para todos os braços.
          Fonte:http://setimocientista.blogspot.com.br/2012_07_01_archive.html
                http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioequinodermos.php
                http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/Equinodermos.php

Artrópodes

                    Os Artrópodes (do grego arthros (ἄρθρον): articulado e podos (ποδός): pés ou patas) são invertebrados que possuem um exoesqueleto rígido, e vários pares de apêndices articulados, cujo número varia de acordo com as classes.
Compõem o maior filo de animais existentes, representados por animais como os gafanhotos (insetos), as aranhas (aracnídeos), os caranguejos (crustáceos), as centopeias (quilópodes) e os piolhos-de-cobra (diplópodes). Têm cerca de um milhão de espécies descritas, e estima-se que os representantes deste filo equivalem a cerca de 84% de todas as espécies de animais conhecidas pelo homem. Possuem uma ampla gama de cores e formatos, e no que diz respeito ao tamanho, alguns vão desde as formas microscópicas, como no plâncton (com menos de 1/4 de milímetro), até crustáceos com mais de 3 metros de espessura.
                 Sua existência é datada nos registros fósseis desde o período Cambriano (cerca de 542 a 488 milhões de anos atrás), onde criaturas como as Trilobitas eram encontradas em abundância nos oceanos. Algumas teorias sobre a origem deste filo sustentam que os ancestrais dos artrópodes podem ter sido os anelídeos (vermes de corpo segmentado em anéis) ou de algum outro ancestral em comum.

                Características:

  • Apêndices articulados (servem para nadar, correr, saltar e voar).
  • Exoesqueleto feito de quitina (serve para sustentação, revestimento, comunicação, função macânica e proteção).
  • Realizam muda ou ecdise (substituição do exoesqueleto).
  • Respiração: Terra -Espiráculos, Água -Branquial.
  • Tagmatização: Fuzão dos segmentos.
  • Desenvolvimento: Holometábolo, Hemimetábolo, Ametábolo.
  • Reprodução sexuada e Fecundação interna.
  • Sistema circulatório: hemocele, coração tubular primitivo.

                Corpo dos artrópodes      

         O corpo dos insetos é dividido em três regiões: cabeça, tórax e abdome. Na cabeça há um par de antenas, que capta cheiros e é sensível ao tato; olhos simples (os ocelos), que acusam a pressença de luz e de objtetos próximos; e olhos compostos, formados pela união de várias unidades dotadas de lentes lentes que, em conjunto, fornecem imagens dos objetos que são muito sensíveis aos movimentos (por isso, é difícil pegar uma mosca).

                Tagmatização

          Os ancestrais dos artrópodes apresentavam o corppo metamerizado (muito semelhante aos anelídeos), todavia, ocorreu um processo de fusão de metãmeros (unidades repetidas do corpo) em grupos de segmentos especializados para realizar certas funções e anatomicamente diferenciados de outros segmentos. (Gr. tagma, ordem, hierarquia).
            Assim, os artrópodes apresentam em consequência da tagmatização o corpo dividido em cabeça, torax e abdomem, em alguns grupos ocorreu uma fusão maior ainda e a cabeça funde-se com o tórax formando o cefalotórax. Assim, essas espécies apresentam cefalotórax  e abdomem.

                Desenvolvimento

      Do ovo sai uma larva que se alimenta até virar pupa (casulo) que sairá um indivíduo adulto ex: Cigarra, borboleta,entre outros (esse tipo de desnvolvimento é chamado de holometábolo);
       Do ovo sai uma forma jovem que depois fica adulta ex: Gafanhoto (esse tipo de desenvolvimento é chamado de hemimetábolo);
     Do ovo sai um indivíduo de tamanho pequeno mas muito parecido com o adulto ex: traça-dos-livros (esse tipo de desenvolvimento é chamado de ametábolo) 

         fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Artr%C3%B3pode
            http://accbarroso60.wordpress.com/2011/02/28/artropodes/
            http://omelhordacienciaestaaqui.blogspot.com.br/2010/06/artropodes.html 
            http://matheusbrito11766.blogspot.com.br/
            http://setimocientista.blogspot.com.br/2012_07_01_archive.html
           

Anelídeos

 

                        Anelídeos (annelida - do latim annelus, pequeno anel + ida, sufixo plural) são vermes segmentados com o corpo formado por "anéis" pertencentes ao filo Annelida como as minhocas, poliquetas e sanguessugas. Existem mais de 200.000 espécies destes animais em praticamente todos os ecossistemas, terrestres, marinhos e de água doce. Encontram-se anelídeos com tamanhos de menos de um milímetro até mais de 5 metros.

                                                                                                               Características:

  • Triblásticos.
  • Bilateral.
  • Apresentam metameria (apomorfia dos anelídeos).
  • Apresentam cerdas (oligoquetas:poucas cerdas, poliquetas:muitas cerdas, hirudineos:não tem cerdas).
  • Protostômios (blastóporo da origem à boca) Celomados (apresentam Celoma que é a cavidade do corpo originado no interior do mesoderma Esquizoceloma.
  • Cutícula Protetora.
  • Apresentam músculos bem desenvolvidos.
  • Nutrição: Existem espécies predadoras, como, por exemplo, os poliquetos carnívoros que possuem mandíbulas para a captura de alimento; outras espécies são detritívoras ingerem sedimentos que constitui o solo (as minhocas terrestres possuem também cecos intestinais e tiflossole modificações que aumentam muito a absorção do alimento); outras se alimentam por filtração. E ainda temos as sanguessugas alimentam-se de sangue de outros animais, por sucção. 
  • Sistema circulatório: Fechado, formado por vasos sanguíneos interligados, composto por um vaso sanguíneo dorsal e outro ventral, os cinco pares anteriores e o vaso dorsal são musculosos e bombeiam o sangue para todo o corpo. 
  • Sistema nervoso:O sistema nervoso é formado por um par de gânglios cerebrais semelhantes a um cérebro que se localiza acima e a frente da faringe, um anel de cordões nervosos ao redor da faringe, conecta-se a gânglios ventrais em cada segmento.
  • Respiração:Respiração cutânea (através da pele) nos terrestres, respiração branquial (através de brânquias) nos aquáticos.
  • Reprodução:São organismos hermafroditas, não ocorre autofecundação.
 
           Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Anel%C3%ADdeo
           http://profdanielbiologia.blogspot.com.br/2011/07/moluscos-e-anelideos-7-ano.html
           http://setimocientista.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html




quarta-feira, 11 de abril de 2012

Reino Monera


                                                     REINO MONERA

   O reino monera é formado por bactérias, cianobactérias e arqueobactérias (também chamadas arqueas), todos seres muito simples, unicelulares e com célula procariótica (sem núcleo diferenciado). Esses seres microscópios são geralmente menores do que 8 micrômetros ( 1µm = 0,001 mm).
    As bactérias (do grego bakteria: 'bastão') são encontrados em todos os ecossistemas da Terra e são de grande importância para a saúde, para o ambiente e a economia. As bactérias são encontradas em qualquer tipo de meio: mar, água doce, solo, ar e, inclusive, no interior de muitos seres vivos.

Exemplos da importância das bactérias:
  • na decomposição de matéria orgânica morta. Esse processo é efetuado tanto aeróbia, quanto anaerobiamente;
  • agentes que provocam doença no homem;
  • em processos industriais, como por exemplo, os lactobacilos, utilizados na indústria de transformação do leite em coalhada;
  • no ciclo do nitrogênio, em que atuam em diversas fases, fazendo com que o nitrogênio atmosférico possa ser utilizado pelas plantas;
  • em Engenharia Genética e Biotecnologia para a síntese de várias substâncias, entre elas a insulina e o hormônio de crescimento.

       Estrutura das Bactérias:
      Bactérias são microorganismos unicelulares, procariotos, podendo viver isoladamente ou construir agrupamentos coloniais de diversos formatos. A célula bacterianas contém os quatro componentes fundamentais a qualquer célula: membrana plasmática, hialoplasma, ribossomos e cromatina, no caso, uma molécula de DNA circular, que constitui o único cromossomo bacteriano.
      A região ocupada pelo cromossomo bacteriano costuma ser denominada nucleóide. Externamente à membrana plasmática existe uma parede celular (membrana esquelética, de composição química específica de bactérias).
    É comum existirem plasmídios - moléculas de DNA não ligada ao cromossomo bacteriano - espalhados pelo hialoplasma. Plasmídios costumam conter genes para resistência a antibióticos.

 

     Algumas espécies de bactérias possuem, externamente à membrana esquelética, outro envoltório, mucilaginoso, chamado de cápsula. É o caso dos pneumococos (bactérias causadoras de pneumonia). Descobriu-se que a periculosidade dessas bactérias reside na cápsula em um experimento, ratos infectados com pneumococo sem cápsula tiveram a doença porém não morreram, enquanto pneumococos capsulados causaram pneumonia letal.
       A parede da célula bacteriana, também conhecida como membrana esquelética, reveste externamente a membrana plasmática, e é constituída de uma substância química exclusiva das bactérias conhecida como mureína (ácido n-acetil murâmico). 

       Nutrição da bactéria:

Fonte:http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera.php
           http://setimocientista.blogspot.com.br/

Vírus


                                                                            VÍRUS

Características

   Os vírus são seres diminutos, visíveis apenas ao microscópio eletrônico, c  onstituídos apenas por duas classes de substâncias químicas: ácido nucléico (que pode ser DNA ou RNA) e proteína.
  São seres acelulares (que não possuem estrutura celular) e precisam de células que os hospedem. Por isso, todos os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios.
   O vírus invade uma célula e assume o comando, fazendo com que ela trabalhe quase que exclusivamente para produzir novos vírus. A infecção viral geralmente causa profundas alterações no metabolismo celular, podendo levar à morte das células afetadas. Os vírus causam doenças em plantas e animais (incluindo o homem).
   Fora da célula hospedeira, os vírus não manifestam nenhuma atividade vital e se houver alguma célula compatível à sua disposição, um único vírus é capaz de originar, em cerca de 20 minutos, centenas de novos vírus.
   Até o momento, poucas drogas se mostraram eficazes em destruir os vírus sem causar sérios efeitos colaterais. A melhor maneira de combater as doenças virais é através de vacinas.

Capsídio

   Capsídio é o envoltório do vírus, formado por proteínas. Além de proteger o ácido nucléico, o capsídio tem a capacidade de combinar-se quimicamente com substâncias presentes na superfície da célula. Alguns vírus podem apresentar lipídio, proveniente da membrana da célula onde se originaram.

Material Genético

   Cada espécie viral possui um único tipo de ácido nucléico, que pode ser DNA ou RNA, onde estão inscritas as informações necessárias para a produção de novos vírus.

Reprodução

    A reprodução envolve dois aspectos: a duplicação do material genético viral e a síntese das proteínas do capsídio. O vírus entra na célula hospedeira, inibe o funcionamento do material genético da célula infectada e passa a comandar as sínteses de proteína.
Vírus (Bacteriófago) injetando o seu DNA na célula
Bacteriófago (esquerda) e uma célula (direita).Vírus (Bacteriófago T4).
      Os genes do vírus são transcritos em moléculas de RNA e traduzidos em proteínas virais. Isso ocorre por que a célula não diferencia os genes do invasor de seus próprios genes. Em poucos minutos, a bactéria está totalmente controlada pelo bacteriófago. O passo seguinte será a produção de proteínas que constituirão as cabeças e caudas dos novos vírus. Depois, as cabeças e caudas se agregam ao DNA formando vírions completos.
        Cerca de 30 minutos após a entrada de um único vírus, a célula já está repleta de partículas virais. Nesse momento, são produzidas enzimas que iniciam a destruição ou lise (do grego lysys, destruição) da parede bacteriana, que arrebenta e libera centenas de vírions maduros que podem reiniciar o ciclo.

   Lise da célula bacteriana, liberando centenas de novos vírions

Lise da célula

Fonte: http://www.webciencia.com/11_34virus.htm

Reinos de Whittaker

                                                    Whittaker

Os reino existentes são : Protista, Monera, Plantae, Animalia e Fungi.

    Monera:  O reino monera é composto pelas bactérias e cianobactérias (algas azuis).  Elas podem viver em diversos locais, como na água, ar, solo, dentro de animais e plantas, ou ainda, como parasitas.

       
   Protoctista: Os protoctistas são as algas unicelulares e os protozoários. A célula de um protista é semelhante às células de animais e das plantas e a Ameba pode ser um exemplo.
      









  Metafita: O Reino Metafita compreende seres eucariontes, pluricelulares, autotróficos, que realizam fotossíntese.

   Fungi: O Reino Fungi compreende os organismos eucariontes e heterotróficos que se alimentam de nutrientes absorvidos do meio ambiente, com espécies  multicelulares formadas por filamentos denominados hifas. 

    Metazoa: Todos os animais são pluricelulares e tem nucleo. Diferentemente das plantas, grande parte desses organismos tem capacidade de locomoção, permitindo de forma eficiente sua distribuição nos mais diversos ambientes.

 



Reinos




Monera
Protista
Fungi
Plantae
Animalia
Tipo de células
Procarióticas
Eucarióticas
Eucarióticas
Eucarióticas
Eucarióticas
Organização celular
Unicelulares
Unicelulares pluricelulares e alguns coloniais
Pluricelulares e alguns unicelulares
Pluricelulares
Pluricelulares
Nutrição
Autotróficos (fotossíntese e quimiossíntese); heterotróficos (absorção)
Autotróficos (fotossíntese); heterotróficos (absorção e ingestão)
Heterotróficos (absorção)
Autotróficos (fotossíntese)
Heterotróficos (ingestão)
Habitat
Aquático, aéreo e terrestre
Aquático e terrestre (ambientes húmidos)
Essencialmente terrestre
Terrestre
Terrestre, aquático e aéreo
 
Fonte:http://cmpaciencias.blogspot.com.br/search?updated-min=2011-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2012-01-01T00:00:00-08:00&max-results=10
         http://10-1-modulosrecorrente.blogspot.com.br/2009/03/sistema-classificacao-modificada-de.html

Taxonomia

                            Categorias taxonomicas
O que é a Taxonomia?
        A Taxonomia é a ciência que se ocupa da classificação dos seres vivos, utilizando um sistema uniforme que expressa, da forma mais fiel, o grau de semelhança entre eles.
    Carl Lineu ficou conhecido como o “pai da Taxonomia”.Considerou a espécie como a unidade básica de classificação. Segundo ele, as espécies semelhantes agrupam-se em géneros, os géneros em famílias, as famílias em ordens, e as ordens em classes. -> sistema hierárquico de classificação
Categorias taxonímicas (taxon):
· Reino       + abrangente
· Filo
· Classe
· Ordem
· Família
· Género
· Espécie     - abrangente
        Categorias intermédias: usam-se prefixos como super, sub e infra.
    Espécie representa um grupo natural constituído pelo conjunto de indivíduos com o mesmo fundo genético, morfologicamente semelhantes, que podem cruzar-se entre si originando descendentes férteis.

                                                  Regras de nomeclatura
1)Os nomes das espécies devem ter dois nomes ou seja 1º de ser do Genero e o 2º e o da Espécie ;
2)O genero com letra maiuscula e minusculo a espécie ;

3)Todo o nome cientifico digitado deve ser escrito em itálico e se for a mão de ser sempre sublinhado ;

4)Todo o nome cientifico deve ser escrito em latim ;

5)O nome do autor deve ser escrito apos o nome da espécie. 



  Fonte:http://www.notapositiva.com/resumos/biologia/11taxonomia.htm